A Antropologia é o estudo do homem como ser biológico, social e
cultural. Sendo cada uma destas dimensões por si só muito ampla, o conhecimento
antropológico geralmente é organizado em áreas que indicam uma escolha prévia
de certos aspectos a serem privilegiados como a “Antropologia Física ou
Biológica” (aspectos genéticos e biológicos do homem), “Antropologia Social”
(organização social e política, parentesco, instituições sociais),
“Antropologia Cultural” (sistemas simbólicos, religião, comportamento) e
“Arqueologia” (condições de existência dos grupos humanos desaparecidos). Além
disso, podemos utilizar termos como Antropologia, Etnologia e Etnografia para
distinguir diferentes níveis de análise ou tradições acadêmicas.
Para Platão, a verdadeira educação ajuda o ser humano a superar
a sua existência empírica, dimensão, dimensão em que se encontra de certa forma
asfixiada pelos sentidos e pelas paixões, e a atingir a essência verdadeira, no
mundo das idéias.
Na Idade Media, Tomas de Aquino adaptou a filosofia aristotélica
à visão cristã medieval em que a educação voltada para a realização das
potencialidades humanas, seres voltados para a crença na vida eterna após a
morte. Formar indivíduos para fé e para vida depois da morte.
Com o passar dos tempos tivemos mudanças nas teorias
essencialista, Rousseau (século XVIII) com o iluminismo onde o sujeito racional.
Immanuel Kant define a educação como o processo pelo qual o ser humano realiza
sua humanidade, a educação é desenvolver, em cada individuo toda a perfeição de
que é capaz.
Com decorrer dos séculos houve muitas transformações no modo de
pensar o no aprendizado.
Cabe ao professor dar continuidade do questionamento do sujeito,
ou seja, aproveitar suas capacidades que já possui e ser mediador da construção
do pensamento.
Pelo livro PLT a tradição filosófica está predominante na
concepção essencialista ou metafísica, herdade pelos gregos. O conceito de
humanidade é compreendido a partir de uma natureza imutável. Na Grécia antiga,
os filósofos teorizavam sobre a educação como um tema decorrente do próprio
filosofar e não como um projeto teórico especifica. Foi com Sócrates que
desenvolveu na mesma época um método pelo qual investigava os jovens e os
transeuntes da cidade a pensar melhor.
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